segunda-feira, 16 de abril de 2012

Estágio



Oiii, gente!

Tenho novidades! Estou contente!!! Consegui um estágio na escolinha aqui da minha rua!

Lá é berçário e infantil, tem crianças de 0 - 5 anos.
Dai dividimos os 3 meses: 1 mês e meio vou cuidar dos babies, aprenderei todos os cuidados como trocar fraldas, dar banho, papinha, fazer suco para eles e no restante estarei com o infantil, que são as crianças maiores e lá aprenderei técnicas de educação, alfabetização, homework, etc.

Pelo menos as 200 horas iniciais (até mais) estão garantidas e a Erika, dona de lá, foi super solicita e atenciosa!

Quinta-feira (dia 19/04) farei um curso, chama-se "Cuidadores de Crianças", o nome da empresa é "Novo Afeto", pra mais informações, clique aqui. A duração é de apenas 1 dia rapidinho!!!, das 8h00 às 17h00, e o preço é acessível, custa R$ 60,00!


Aiii tudo isso me faz lembrar das minhas crianças do Projeto Rondon... que saudade!!!

Um pouco de fotos pra vocês: 










 
 


















Beijokas,
 
Luana Lazarini
#N'ACABANAOMUNDAO!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Requisitos/ Hostfamily ideal

Oiii, gente!

Hoje eu fui até a agência para tirar umas dúvidas... antes de fazer a inscrição já quero adiantar as horas com as crianças. Já tenho algumas por ter participado do Projeto Rondon (todas as idades, desde bebês até adolescentes) e de outros projetos voluntários que eu mesma organizei - neste caso acho que não contará.

Estes dias eu estive pensando o perfil que seria perfeito da minha Host Family. Tem garotas que topam qualquer coisa, aceitam a primeira família que quer fazer o Match, eu não concordo nem um pouco com isso! Depois reclamam que o programa não foi tudo aquilo que esperavam, que foi uma porcaria, se arrepende e quer voltar...mimimi. Lembre-se, a escolha TAMBÉM é sua!

Segue abaixo o tipo ideal que eu sonho pra mim por ordem de importância:

 1- Os Hosts tem que trabalhar fora

Motivo: JAMAIS fecharia com HF em que algum dos pais trabalhassem em casa! Vocês conhecem alguma criança que não faz manha, que não querem atenção quando os pais estão por perto?? Fora que eles passam a não te respeitar.
Outro ponto é que você estaria o tempo inteiro sendo observada, acaba que não tem liberdade pra trabalhar. Claro que não tem problema se você não faz nada de errado, mas querendo ou não sempre surgirá algum palpite no meio.

 












2- Fim de semana OFF


Motivo: Preciso explicar? rsrs Todo mundo quer se divertir, descansar, arejar a cabeça, estudar, oras!!!! FUN FUN FUN!!!!!

 3- Sem Curfew

Motivo: Gente, com 21 anos na cara, depois de velha ter hora pra chegar em casa? Seja por qualquer motivo - alarme da casa, segurança da AP, exemplo pras kids- não tem conversa, não aceitaria!

É óbvio que de dia de semana eu não vou chegar de madrugada, não é a casa da mãe Joana rsrs, mas por favor, né? rs
Tenho 'semancol' das coisas, vou ter que acordar cedo, ficar bem disposta... mas é um saco ter hora pra chegar.. e se eu quiser comer uma pizza com os amigos depois do curso e dar uma distraída na cabeça depois de um dia cheio de choros, manhas e correria?

E isso inclui o carro tbm, carro sem curfew… o que adianta você não ter curfew e o carro ter que estar na garagem as 11 da noite? rs


 4- Até 2 crianças


Motivo: Não queria apenas uma criança porque você tem que passar o tempo todo interagindo e brincando com elas (pelo menos a idade que eu quero) e fica dependendo de playdates. Quando você tem 2 kids em idades próximas eles brincam entre elas, se divertem mais!

E não quero mais que 2 PRINCIPALMENTE pela questão da segurança! Tenho apenas 2 braços, então só posso dar a mão a duas crianças ao mesmo tempo. Imagine você no parque e aquela criançada correndo igual louca? As crianças maiores correm, se escondem, tem sua vontades... surtaria!!!!

5- Crianças entre 2 anos e meio e 6

Motivo: bebês tem que trocar fralda o tempo todo, dormem muito e você tem que colocar na naptime, seu braço ficará dolorido, não dá pra simplesmente pegar o carro e levar pra passear no parque, brincar fora de casa, porque tem papinha, mamadeira... etc
Mas o principal, pelo menos para o meu objetivo que é aprender o inglês é que eles não falam direito, então tudo vai por água abaixo. Você irá passar 9 horas com elas e 1 hora com os hostdads, seu fds com as amigas será pequeno.
Claro, você melhora, mas não tanto quando tem que realmente conversar com as kids horas e horas por dia! 
Maiores que isso acho que não rola, pois são muito independentes e o risco de não te obedecer é MUITO maior.

6- Crianças que não fossem a escola (serei flexível)

Motivo: Vi várias rotinas loucas de começar a trabalhar super cedo (6h) pra arrumar as crianças, colocar no ônibus, ficar off e depois começar a trabalhar no fim da tarde até a a noite… Ok, poderia ser bom passar várias horas do dia off.. mas, eu prefiro trabalhar de uma vez só, tipo horário comercial e depois ter liberdade pra fazer o que eu quero, assim não correria o risco de sobrarem horas e eu ter que trabalhar no fim de semana. 
Também já estou bem acostumada a estudar a noite no Brasil, então pensei em manter isso.
Seeeem contar o maldito homework que PIRA as AP, as crianças NUNCA querem fazer e se a hostfamily os inclui no seu schedule, é seu trabalho, você tem que fazer a kid fazer mesmo que ela chore ameace te matar. Ok, tem o lado positivo que eu poderia trabalhar mais meu inglês masss... ahhh que preguicinha :)



 7- Ter carro pessoal (isso depende de onde morar)

Motivo: Sem carro na maior parte dos EUA não se faz nada, é tudo longe! Em alguns lugares não tem transporte público. É super chato viver de carona, fora que tem suas coisas pessoais, academia, compras.. e os schedules das meninas são sempre diferentes…

Por que tem que ser pessoal? Vi várias meninas que tinham carro pessoal e várias meninas que dividiam o carro com a mom ou dad, mas eu coloquei na minha cabecinha que eu queria o carro pra mim... imagina eu querer sair as 11 da noite no meu fds e não poder porque o Hostdad está dormindo e eu obviamente não vou acordá-lo para pedir permissão pra usar o carro dele!


Bom, gente.. pra morar eu não tenho muita preferência... só não quero morar no meio do nada hehehehe....

Sei que nem tudo são flores e claro que pra alguns itens acima, com certeza, serei flexível... sei também que existem famílias MONSTROS que prometem e não cumprem. Espero que eu dê sorte :)

Uuuuufaa!! Acho que eu não estou esquecendo de nada! hahaha Podem dizer que eu estou querendo demais, mas essa é a minha meta e se eu conseguirei ou não será assunto para os próximos capítulos kkkkkk

 Beijokas,

Luana Lazarini
#N'ACABANAOMUNDAO!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Pai ♥

Olá meus queridos e queridas!

Aiai, ainda nem fiz minha inscrição na agência e estou morrendo de ansiedade, como pode?

Devem estar se perguntando "mas por quê????" Bom, meu inglês é fraquíssimo, como afirmei no primeiro post e eu estou com medo de ir mal na prova, pronto falei! sou perfeccionista! rsrs

 
Mas por outro lado estou MUITOOOOOOO feliz =)

Há um tempo atrás (uns 4 meses) comentei com o meu pai sobre a vontade de morar fora do país por um ano e tal... ele nem titubeou, disse que se fosse bom pra mim, para o meu crescimento e realização, que era pra eu ir mesmo! Ai eu brinquei: mas você vai aguentar ficar longe de mim 1 ano todinho? E ele só deu uma risadinha engolindo seco e saiu rs


Nossa, toda vez que eu penso em que vou ficar longe dele por tanto tempo já começo a chorar, me bate uma angústia... um aperto no peiiito  =(


 

É gente, pensa que é fácil? Sou expert no quesito saudade! Morro de saudade da minha mãezinha, mas sei que ela está sempre aqui comigo - espero que com orgulho! sim, ela deve querer me esganar as vezes heheheh. E acredito que ela, mesmo que sofrendo, igualmente pensando na saudade, me apoiaria...

 
 
 

Tadinho do meu véio, ele odeia computador e não gosta de ficar mexendo nessas redes sociais, mas disse que só vou se ele se comprometer em falar comigo todas as noites hahahaha =)





Te amo muito pai! Você é minha luz, meu chão, minha vida! Obrigada por estar sempre ao meu lado, por ter dado a educação que deu, por se preocupar, por me endender.... 

Obrigada por ser tão maravilhoso!!!!!

Beijokas,

Luana Lazarini (sua Pirulita ou Bicho) rsrs 
#N'ACABANAOMUNDAO 

terça-feira, 10 de abril de 2012

Know you're an Au Pair in the USA when...

...you always introduce yourself with : 'Hi! my name is (your name), I'm from (country) and I have (amount of children you are taking care of) children!!'
...everybody is greeting you with a 'Hi. How are you!' and you can't respond fast enough, so you say it first!
...the worst thing is, when the dad is working from home
...you know what a S'MORE is.
...you spent all your money at the MALL and you still have nothing to wear
...you hate Dora, The Wiggles and Thomas
...you say silly instead of stupid
...you go to PLAYDATES
...you've seen more movies in one month than in your whole life at home
...you drive over 30 minutes to a friend and you think it's not far
...you only have other Au Pairs as your friends
...you say 'like' and 'totally' every three words
...someone has asked you stupid questions like: 'do you have cars in your country?' - 'You don't have Valentine's day?' - 'Where is your country?'
...you don't think it's wrong to have cake AND ice cream.
...you park as close to the store as possible so you don't have to walk even one yard too far
...you cherish moments of silence more than ever before
...you notice yourself saying 'GOOD JOB' a hundred times a day
...you wonder why you slept the whole night long so uncomfortable and you notice the next morning, you slept on a barbie, a lollypop, sandtoys etc.
... you need to be creative to find new punishments because a time-out doesn't work anymore ;-)
... you have to admit to mistakes you never did or put the blame on you day for day
...you're sure you don't want own kids within the next 100 years
...you're ready to drink anytime of the day
...you start to love disney movies again and can copy every passage of them
...you've learned what it means to be patient
...you know what a LCC is
...you know that you should never SHAKE A BABY!!!
...you take a nap, after you dropped of the kids at school (after being up for just 2h :-D)
...you are DRIVING to the busstop to pick up your kids, which is only 200 meters from your house.
...the kids call you mum cause you spend too much time with them
... you think $160 every weekend just for shopping and coffee are not that much
... one cup of coffee doesn't make you awake anymore, it just makes you alive.
...you or your friends are KELLERKINDER!!!!
...you miss the good ol' days when you were able to go to the bakery and get real bread/ real butter ( not that American shit called bread..haha)
...you don't walk into the bank, you use the drive inn to get your money
...you use Purell instead of washing your hands
...instead of singing song from the radio your singing childrens songs

hahahaha eu precisava postar isso!!!! E ai Aupairs? Quem nunca? hahahaa [isso porque ainda nem embarquei!]

Beijokas,

Luana Lazarini
#N'ACABANAOMUNDAO 

Inspiração

Oiii, pessoas!!!

Assim como toda aspirante de Au Pair lemos milhares e milhares de blogs, matérias, fuçamos álbum de fotos daquelas que já foram viajar, vídeo... TUDO, TUDO, TUDO!!

E nessas 'andanças' eu encontrei um texto muito interessante da Folha e que se encaixa totalmente comigo: 

 (jornalista/recém formada/ dúvida/ SOCORRO!) hehehe
30/01/2008

Vida de babá

Patrícia, de Natal,[leitora] ficou interessada no projeto da Luciana de viajar depois do curso:
Estou com dúvidas parecidas com a da Luciana, no post "VIAJO OU PROCURO TRABALHO?". Eu me formo no final deste ano e quero passar pelo menos um ano na Europa, justamente para ter experiências diferentes e praticar idiomas.
O ideal seria fazer um curso ou estagiar na nossa área --jornalismo--, mas não sei onde encontrar cursos que sejam acessíveis financeiramente ou confiar em estágios oferecidos por agências de intercâmbio (elas parecem oferecer funções como telefonista, coisas que não têm nada a ver)...
Outra opção que cogitei foi a de "au pair", porque pelo menos eu teria bastante contato com a cultura do país e uma grana que poderia pagar algum curso... mas será que valeria a pena? Seria valorizado como experiência quando eu voltasse ao Brasil? Será que você ou alguém que fez programas de intercâmbio na Europa ou conhece cursos na nossa área poderia dar sugestões?
Quem me ajuda a responder é a Ivy, baiana que vive e trabalha em São Paulo e tem uma história bem interessante para contar:
Hoje eu vi o post sobre a menina que estava em dúvida sobre viajar e procurar trabalho. Eu passei por esta mesma situação e eu viajei.
Eu deixei os bancos da faculdade sem qualquer possibilidade de emprego. Não só eu, mais da metade da turma estava desempregada também, era uma realidade e não uma exceção estar desempregado em 2003, quando me formei.
Sair da faculdade e não ter emprego é uma situação angustiante. Estudei tanto para isso? Até quando durará esta fase? Eu fiquei um ano desempregada e até entrei em depressão por causa disso.
Meu pai, que é um homem visionário, sugeriu que eu fosse morar nos Estados Unidos. Naquela época eu tinha 21 anos e nunca tinha deixado o país. Como aquela era a única alternativa eu fui. O que era para ser apenas três meses virou um ano e meio em Nova York, dois meses na Suíça e seis meses na França.
Tanto na Europa quanto nos EUA eu fui babá. Trabalhava cuidando de crianças, estudava e fazia mil e um frilas, dos mais diversos possíveis. Tive experiências incríveis como entrevistar o Michael Bloomberg, a Nadia Comanecci, os Foo Fighters, além de conhecer um monte de bastidores e ter noção de como é feito o jornalismo em outros países.
Eu cobri os mais variados assuntos, exercitei a minha criatividade (ou eu sugeria pautas ou ficava enferrujada) e, principalmente, a me virar como repórter em outros países. Sem dúvida esta experiência de correspondente internacional foi (e talvez seja por um bom tempo) um diferencial no meu currículo. Ah! E eu também consegui juntar um bom dinheiro!
Hoje, quase dois anos depois da empreitada, sinto que foi a melhor coisa que já fiz na vida, inclusive profissionalmente. Mesmo! Eu cresci muito, aprendi muito e a minha família diz que até menos ansiosa eu fiquei!
Foi uma experiência tão boa que aconselho todos os estagiários que saíram do jornal a fazer o mesmo. Nunca é tarde para começar nada, mas começar a vida em outro país com pouca idade é um pouco mais fácil.
A volta para casa, não vou mentir, não é fácil. Adaptar-se, achar um emprego. Mas sou da teoria que cada um tem a sua história, talvez a Luciana arrume emprego logo de cara. Eu não arrumei, mas fiz muitos frilas e dei aulas de inglês até me reestabelecer.
Hoje trabalho num jornal e sinto que sou meio foca no assunto, mas não me penalizo por isso. Muita gente que tem experiência de jornal não tem a experiência que eu tenho. Assim como tem gente que é de revista e vai para a TV e será um pouco foca também. De todo o jeito, seremos um pouco foca sempre que mudarmos de área, de mídia. E muitos colegas que ficaram trabalhando hoje estão.. trabalhando!
Achava que encontraria todos os meus amigos numa melhor situação que a minha, mas me enganei: hoje somos todos repórteres do mesmo nível, desempenhamos o mesmo trabalho da mesma forma. Mas eu tenho três línguas e uma vivência de bônus que me permitem ir para várias áreas ou até fazer coisas fora do jornalismo, como tradução, intérprete, secretária trilingue, professora...
Para mim, o mais importante disso tudo que é que não importa em qual área ou mídia eu esteja, vou conseguir levar um material para Redação, mesmo que não seja dos melhores. No exterior a gente cobre de visita do presidente a moda. Aprendi lá fora e na raça o que acho de mais fundamental no jornalismo: se virar. Mesmo!"
Fonte: http://migre.me/8CN1Y 

E depois de dois anos essa mesma leitora volta e conta sobre sua decisão e os resultados, vale a pena ler!!!


07/04/2010

Sim, valeu (ou "Vida de babá", parte 2)

Relato enviado pela leitora Patrícia, de Natal:
"Quem acompanha o blog há algum tempo, deve se lembrar deste post, quando questionei se valeria a pena, em termos profissionais, passar uma temporada no exterior quando terminasse a faculdade, mesmo que fosse trabalhando como "au pair" (babá). Depois de ter passado pela experiência, estou aqui pra contar que valeu a pena e, quem sabe, ajudar outros indecisos.
Morei um ano em Ghent, cidade na região flamenga da Bélgica. No meu caso, como au pair, eu trabalhava quatro horas por dia e acabei ficando com bastante tempo livre. Então decidi que, para compensar o fato de estar afastada do jornalismo, eu deveria aproveitar o tempo livre (o que eu definitivamente não tinha em época de faculdade e estágios) pra fazer atividades que pudessem complementar minha formação e aproveitar cada minuto livre para viver intensamente a experiência na Europa.
Ainda antes de sair do Brasil, pesquisei e encontrei um curso de correspondente internacional em Praga e combinei com a família anfitriã que eu participaria do curso durante minhas férias, em julho. O curso foi ótimo, eu recomendo. Conheci profissionais de empresas como a BBC, vi o jornalismo de um ponto de vista diferente daquele que eu via na faculdade, recebi várias dicas, fiz uma reportagem em Praga e fui instigada a tentar vender frilas. Um dos trabalhos, inclusive, foi uma colaboração para a Folha Online.
Boa parte do meu tempo livre passei planejando viagens. Como eu trabalhava, a maior parte das minhas viagens foram em finais de semana, o que precisou de muito planejamento para poder aproveitar ao máximo o pouco tempo em cada lugar. Viajar na Europa é muito fácil, de trem ou voos de baixo custo. Tudo é muito perto, e eu estava bem no centro do continente, o que ajudou bastante. Mesmo assim, planejamento é imprescindível. Inclusive os dois mochilões que fiz, de 15 dias cada, precisaram também de muita preparação.
Foi nesses momentos de planejamento que passei a participar do CouchSurfing, uma rede de relacionamentos para viajantes. Ele é mais conhecido pela possibilidade de trocar a opção de hospedagem em albergues ou hoteis pela estadia com algum morador da cidade que você está visitando, e assim poder viver de forma mais próxima da cultura da região, além de conhecer novas pessoas, receber dicas de moradores que conhecem bem a cidade em vez de ficar isolado como um turista, em um hotel. Mas o CouchSurfing não é só isso. Se alguém quiser saber um pouco mais sobre ele, pode me procurar!
Além de viajar e fazer frilas, também me dediquei a conhecer e viver a cultura própria região onde morei. Isso significa, além de visitar os lugares e conversar com as pessoas, viver como eles vivem. Aprender o idioma, provar comidas locais, escutar música do país, participar das comemorações típicas da região, até coisas pequenas como raspar o gelo do vidro do carro nas manhãs de inverno, ou comemorar um dia de sol, inesperado mas sempre bem-vindo.
Outra opção para o tempo livre foi ler bastante. Sabe aquele tanto de livros ainda não lidos que a gente tem na estante, reservado pra algum dia que sobrar um tempo? Então, essa foi uma oportunidade pra tirar o atraso. E também pra estudar idiomas. E ainda me manter atualizada lendo os jornais – inclusive do Brasil, pra não perder o fio da meada.
O saldo foi mesmo positivo. Visitei pelo menos 40 cidades em 16 países, conheci muuuita gente, fiz novos amigos, descobri culturas diferentes, pratiquei vários idiomas, fiz curso de correspondente internacional e ainda consegui ver meu nome em matéria da Folha Online!
Se você tiver condições de bancar um curso de longa duração no exterior sem ter que trabalhar fora da área de jornalismo, pode ser melhor ainda. Mas como sei que nem todo mundo pode, garanto que a opção de ir como au pair é uma ótima alternativa. E homens também podem – se você achar que vai dar conta do recado. No meu caso, além do salário, recebia outros benefícios: moradia, alimentação, telefone, internet, curso de holandês e até um carro à minha disposição para usar no meu tempo livre, podendo viajar por todo o país com ele.
Só acho que tem que ter cuidado e procurar a família muito bem, sem pressa pra aceitar a primeira família que encontrar, conversar muito, questionar sobre todas as condições pra não ter surpresas quando chegar. Apesar de ter um regulamento sobre o programa em cada país, muitas famílias parecem não entender o objetivo cultural do programa.
Não vou dizer que não tive momentos difíceis. A saudade dos amigos, a falta do dia a dia na redação, o cansaço por causa das crianças, as limitações pelo fato de morar com outra família. Mas, depois de passar por tudo isso, hoje posso dizer que o saldo foi muito positivo e toda experiência contou pro meu amadurecimento.
A verdade é que a boa parte dessa experiência não dá pra ser descrita. As descobertas, o aprendizado, as situações difíceis, as pessoas, todas as lembranças se misturam de alguma forma aumentando minha bagagem e, por muito tempo, vão me fazer lembrar com alegria de todos esses momentos.
 Fonte: http://migre.me/8CNrz


Espero que sirva de inspiração e encoraje vocês também :D

Beijokas,

Luana Lazarini
#N'ACABANAOMUNDAO

Início de uma nova fase!

Olá, pessoal!

Como afirmei no título, estou no início de um novo ciclo. Terminei minha faculdade no fim do ano passado (2011) e, assim como todo mundo, me questionei: O QUE FAZER AGORA? oO'

COM LOUVOR :D

Ainda pra completar o dilema, me formei desempregada, pois estava estagiando na TV UNIVAP - TV da universidade pela qual estudei - e lá não há possibilidades de efetivação.

Como eu tento ver o lado bom de tudo, estou aproveitando esse tempo pra colocar minha cabeça no lugar, afinal quem convive comigo sabe que esses últimos anos não foram absolutamente nada fáceis...

Durante esse período lembrei do meu objetivo há um tempo atrás de morar fora e adquirir o conhecimento de outra língua, afinal faz toda diferença na minha profissão. Decidi que queria dar um jeito de aprender o maldito inglês, pois eu não consigo de jeitooooooooo nenhum enfiar na minha cabeça aqui... então se morasse fora seria "obrigada" a aprender por bem ou por mal.

E pensando pelo lado positivo, além de eu aprender outro idioma, conheceria outra cultura, teria chances de conhecer váááários lugares, me tornaria ainda mais independente e quem sabe portas não se abririam?? Além do mais, após esse período fora, eu poderia realizar outros sonhos que só seriam possíveis se eu fosse bilingue.

Já tem um bom tempo que conheço o vídeo abaixo, mas parece que por uma força do destino eu o assisti denovo (e na melhor hora!). A cada dia que passa ele faz mais sentido na minha vida! Vale a pena assistir!  




Bom, voltando a questão de "ir pra gringa", o modo mais prático que eu encontrei e que se encaixa no meu perfil é o programa Au Pair (para saber mais cliquei aqui), pois cabe no meu bolso, trabalharei e estudarei por lá e eu amo crianças!

Mas vocês devem imaginar que tomar a decisão de sair do nosso país, deixar nossa família, casa - principalmente cama e chuveiro!!!!, deixar emprego [ops, por enquanto não tenho], estudo [no meu caso terminei] e amigos para trás pra viver com uma familia estrangeira não é pra qualquer um não! Quem decide ser Au Pair tem que ter atitude e muita determinação, principalmente pra cuidar das crianças mimadas dos outros! rsrs
Mas no final das contas, acredito que as experiências (boas ou ruins) e mudanças nos moldam e ajudam a crescer! Descobrimos quem realmente somos e aprendemos a fazer tudo valer a pena!

See you!
Beijokas

Luana Lazarini
#N'ACABANAOMUNDAO